terça-feira, 21 de maio de 2013

Leitura deleite


Algumas crianças do 1º ano da Escola Municipal Alcino Carneiro (Alcinópolis/MS) já são leitoras, outras despertando para leitura ou com fascínio de aprender ler. Para contribuir no processo de aprendizagem procuro diversificar os tipos de leitura oferecendo as que dão a elas significados e são atrativas, como: as letras das músicas, advinhas, piadas, parlendas, etc. O importante é que elas despertem o gosto e leiam pelo simples fato de ler, pois a leitura é um entretenimento que estimula a imaginação, informa e ensina.

Podemos usar letra de música para ajudar sanar erros de pronuncia. Nesta semana numa das atividades do LD de Português eu questionava: o pé de caju é... cajueiro; de abacate, abacateiro; de mamão, mamoeiro. Porém, muitas crianças falaram “mamãozeiro”. Em tom rápido e de brincadeira repeti com toda a sala várias vezes verso a verso da letra da música “Meu Mamoeiro” de forma que quando chegava ao último recomeçava falando a primeira palavra do primeiro verso e a segunda era exatamente mamoeiro, as crianças falavam sozinhas. Duas coisas aconteceram quando coloquei a música para ouvir: já sabiam a letra e quase não tinha mais erros na pronúncia mamoeiro.


Meu mamoeiro
Que plantei em Pernambuco
Garrou de ficar maluco
Não sei mais o que vai dar. 

Já deu biscoito,
Deu amora, deu ameixa,
Deu mandioca, deu cereja,
Deu até colher de chá. 

E as adivinhas? Quando vai atividade para casa com elas, é uma festa! Mas, outro tipo de texto diferente surgiu hoje com o Ademir da sala ‘A’ que trouxe um livrinho de piadas. Logo propus emprestar para digitar e através do Datashow ele questionaria uma por dia a todos os colegas. Proposta aceita. O comediante fez seu show à parte, mas não se conteve e pediu para contar outra que não era do livro. Fiquei apreensiva, mas concedi e Kamilly foi ao centro da sala responder.



 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Aquisição da Escrita


Com um fitilho contendo várias palavras digitadas as crianças teriam que escolher três, circular ou sublinhar e com ajuda do folheto silábico numerado fazer a leitura. Cada palavra correta um ponto na tabela de pontuação. A sequência da atividade seria escolher uma das três palavras que fez leitura para escrever com o alfabeto móvel.
 


 
 


 


 


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Animais da Trilha 2013


13 de maio... Os escravos no Brasil, quem eram eles, por quem foram escravizados e a libertação desses povos (negros e índios) foi o diálogo inicial das atividades não permanentes do painel (tabela) de rotina semanal com as crianças do 1º ano nesta segunda-feira. Porém, algo os incomodava no centro da sala... Seis caixas empilhadas era motivo de todo instante surgir uma pergunta de algum deles: - Professora, o que tem nestas caixas? Sem dar brechas respondia apenas que era material da última atividade do dia. As crianças leitoras fizeram leitura das palavras fixadas nas caixas, mas não associaram nenhuma delas ao possível conhecimento prévio.

A curiosidade parecia aumentar quando o tempo ia avançando. Após o recreio ao adentrarem na sala faziam círculos em volta das caixas e não se continham queriam mesmo saber o que estava guardado ali. Quando falei que eram os animais da trilha e chegara a hora de conhecerem, a alegria foi contagiante. Fui mostrando os animais conforme as classificações que estarei trabalhando. Uns demonstravam conhecimento falando o nome das espécies, outros davam gritos expressando medo especialmente quando viam os peçonhentos.

Num trabalho de oralidade foi apenas a amostragem do que vinha pela frente na preparação para a Trilha Ecológica de Percepção, uma das atividades mais esperada pelos alunos da escola, pois sempre sou abordada pelos ex-alunos querendo saber sobre a data. A primeira etapa 2013 está prevista para os dias 03, 04, 05 e 06 de junho, ou seja, faltam apenas 21 dias.
 


quinta-feira, 9 de maio de 2013

Produção oral: Zoo_Perdido e Zoo_Centro_


Uma cena para colorir... Foi o princípio para obter produções fantásticas das crianças do 1º ano A e B. Quando todas tinham terminado de pintar o desenho procurei instiga-las mostrando que só precisamos dar asas a imaginação para construirmos lindas histórias e se os resultados ficassem legais estaria publicando no blog.

 Na quarta-feira trabalhei com a sala vespertina e devido ter dois horários pedi para elaborar frases sobre a atividade que tinham colorido. Expliquei às crianças que a partir daquele momento seria escriba, estaria anotando a fala delas e depois juntaríamos as ideias para formar a história do desenho. Surgiram várias frases, muitas delas repetidas em boa parte. Em seguida fui dialogando com elas para fazermos junção de todas as frases. Teve um menino que insistiu em colocar sua frase completa, ou seja, não admitiu muita mudança no que tinha criado: “A família foi no zoológico viu os macacos e um macaquinho pendurado no galho da árvore”.

Com o resultado da sala “B” resolvi fazer diferente na sala “A”. Não propus elaborarem frases, mas contassem uma história onde todos tinham de ter participação. Para atingir o objetivo tomei a seguinte iniciativa de como podemos criar a partir de um cenário.

Eu me posiciono atrás das crianças (com Datashow), visualizei uma página em branco (Corel Draw) e comecei desenhar o tronco de uma árvore. A princípio tentaram adivinhar, mas logo descobriram e falaram que era uma árvore morta, pois não tinha folhas. Em seguida desenhei folhagens. Dupliquei a mesma imagem e a coloquei menor para dar a sensação de distância uma da outra. Fiz o traçado de uma pessoa sem distinção de sexo. Em cada traço desenhado eu obtinha das crianças registros orais do que pensavam sobre as cenas surgidas. Também dupliquei várias pessoas, coloquei uma atrás da árvore distante e fiz intervenção como se a personagem estivesse brincando de pique-esconde e começava contar até dez para as outras esconderem...

Foi o suficiente para entenderem o que deveriam fazer com a cena colorida no livro. Bastou que uma menina começasse a frase mágica da maioria das histórias: “Era uma vez”. Duas crianças foram destaques na história da sala “A” e o título escolhido pela maioria foi “Zoológico Perdido”. Ficou extensa, pois empolgaram e todos queriam contribuir, mesmo repetindo o assunto.

Pois bem crianças, as histórias de vocês estão publicadas.
Parabéns, vocês são fantásticas!

Prof.ª Valdeca.



quarta-feira, 8 de maio de 2013

Reforçando Combinados


Sob a orientação da professora Romilda que também desenvolve trabalhos na sala, as crianças foram divididas em cinco grupos, demonstraram empenho na concretização e finalização da atividade nesta quarta-feira. Ao término do horário fui observar os resultados e fazer registros para esta publicação. Parabéns crianças!
Com intuito de reforçar algumas das regras para o bom convívio na sala de aula, foram feitos trabalhos de produção onde as crianças confeccionaram cartazes abordando combinados feitos no início do primeiro bimestre. Aguardem imagens!



quinta-feira, 2 de maio de 2013

Tabela de Março/Abril


Durante o primeiro bimestre as pontuações foram mais direcionadas à oralidade, ao estudo do folheto silábico numerado, alfabeto, produção: palavras e frases, comprometimento das atividades propostas, participação e cumprimento dos combinados.

Os vencedores da primeira tabela ficaram empolgados, principalmente as que participaram da tarefa de desempate. Valeu crianças!

 


 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Finalizada a primeira tabela de pontuação


Foi finalizada na sexta-feira (26/04/2013) a tabela de pontuação referente aos meses de março e abril. Houve empates em ambas as salas e com objetivo de estabelecer o desempate foi aplicada uma atividade obedecendo três critérios. O primeiro a criança deveria com o folheto silábico numerado encontrar através dos números indicados suas respectivas sílabas, formar palavras e escrevê-las corretamente; o segundo tinha que fazer leitura das mesmas, por último se prevalecesse o mesmo resultado o tempo de conclusão da atividade seria usado como terceiro critério.

A forma da escrita foi livre, pois neste primeiro bimestre trabalhamos mais a oralidade, o importante era encontrar as sílabas solicitadas com propriedade, ter domínio dos números que compõe o folheto silábico numerado. A atividade consistia em formar seis palavras: cadeado, fadiga, tijolo, gelava, caduco e maluco, onde cada uma escrita e lida corretamente valeria 1 ponto.

Logo no inicio da aula comuniquei sobre a atividade para as crianças das primeiras colocações com quantidade de pontos iguais, de forma que cada uma delas deveria ocupar uma posição na tabela de pontuação. Passariam pelo processo cinco crianças da sala matutina, sendo duas com 87 pontos e três com 84. No período vespertino houve empate entre duas meninas com 86 pontos.

Ao término da atividade foi solicitado expressarem onde haviam encontrado maior dificuldade na execução da tarefa. Algumas disseram os números, mas pude observar que a maior barreira foi a ansiedade, simplesmente por estarem diante de uma avaliação e dependendo do resultado poderiam estar assumindo desde a primeira até a última das posições que concorriam.

Conheça um pouco mais sobre o folheto silábico numerado que as crianças utilizaram para realização da tarefa publicado no blog de 2012 e veja também os resultados das sete atividades aplicadas nas salas “A” e “B”: